O oxímetro é um aparelho usado há tempos pelos pneumologistas e intensivistas. Ele consegue medir a oxigenação do sangue.
Com a doença pulmonar causada pela COVID-19, o aparelho ganhou notoriedade e passou a ser item quase obrigatório para boa parte das famílias ao redor do mundo.
O oxímetro é dividido em 2 partes, colocadas uma de frente para a outra: a parte emissora, que emite luz vermelha e infravermelha, e o sensor ou detector, responsável por detectar a luz emitida.
Essa luz é emitida de tal forma que pode atravessar nossa pele sendo captada pelo sensor no lado oposto do oxímetro.
Com a combinação entre a luz absorvida e refratada (ou seja, aquela que atravessa a nossa pele), é possível calcular o
percentual de oxigênio transportado
para os órgãos e tecidos através do nosso sangue.
O oxigênio é uma molécula essencial para o funcionamento do nosso corpo. A energia que supre as reações químicas, que acontecem nas células, provêm, essencialmente, do metabolismo aeróbio, que consome oxigênio.
Quando há falta de oxigênio, consequentemente, há falta de energia para o adequado funcionamento das células, que entram em sofrimento e terminam por morrer.
Medir a oxigenação do sangue é identificar a
capacidade que nosso organismo tem de fornecer oxigênio para todas as nossas células, garantindo o bom funcionamento do mesmo.
A oxigenação normal do nosso sangue é maior ou igual a
95%, mas pode-se sobreviver com oxigenação entre
90% e 95%
sem maiores problemas. É comum vermos pessoas portadoras de doenças pulmonares crônicas com oxigenação entre
88%
e
92%
sem maiores sintomas.
A oximetria é considerada um sinal vital importante, que pode predizer uma grave doença que indica até risco iminente de vida.
Toda e qualquer pessoa que procura uma emergência, que esteja com oxigenação baixa, deve ser direcionada imediatamente para uma unidade onde receberá oxigênio suplementar e será
avaliada
mais rapidamente
por um médico.
Nos casos de pacientes com a COVID-19, a oximetria tem sido utilizada para
monitorar
a gravidade e
direcionar
o manejo da doença pulmonar.
Em geral, é válido informar que o tratamento domiciliar de pacientes que comecem a apresentar queda da oxigenação, como nos casos
abaixo de 93%, não é recomendado. Afinal, este também é um dos
critérios
usados para
definir internação hospitalar, além de ser utilizado como monitoramento para as categorias de suporte respiratório que os pacientes venham a usar.
Para se ter uma ideia, quando comparada, na avaliação e seguimento da COVID-19, a oximetria é mais importante que a tomografia de tórax.
O uso é simples: deve-se colocar o aparelho em algum dos dedos das mãos e esperar até se ter uma leitura adequada da oxigenação e frequência cardíaca.
Os aparelhos de oximetria, em geral, exibem 2 informações: a frequência cardíaca (PR – pulse rate, medido em bpm – batimentos por minuto) e a saturação periférica de oxigênio (SpO2). É recomendável esperar de
30
a
40 segundos para checar se o valor observado se estabiliza, pois é comum haver flutuações nos segundos iniciais.
Alguns aparelhos também fazem a leitura da curva do pulso arterial, que deve estar com a curva regular para se considerar uma leitura confiável.
Se é a primeira vez que você usa e é saudável, espera-se que esteja de 95% para cima.
Portadores de doenças crônicas, especialmente
respiratórias, cardíacas e hepáticas, podem apresentar
redução crônica da oxigenação. Nesses casos, desde que não apresentem nenhuma piora clínica aguda e estejam com oxigenação acima de 90%, é importante que esses pacientes busquem por auxílio médico a curto prazo, mas sem urgência.
Entretanto, pessoas sem doença prévia com sintomas agudos, especialmente respiratórios, que apresentem oxigenação
abaixo de 94%, ou portadores de doença crônica que apresentem sintomas agudos e redução de
2
ou
mais pontos da sua oxigenação
habitual (por exemplo, queda de 93% para 90%), devem procurar um
pronto-socorro
para avaliação médica o mais rápido possível.
Nos casos da COVID-19, os cuidados devem ser maiores, pois pode haver rápida deterioração respiratória sem sintomas de falta de ar, uma condição chamada “hipoxemia feliz”. Oxigenação menor que
94%,
independentemente dos sintomas apresentados, deve motivar a avaliação médica o mais rápido possível.
Com a COVID-19, a medida de oxigenação vem ganhando cada vez mais atenção como um importante sinal vital, juntamente com a pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura.
Deve sempre ser interpretada com
cuidado, pois erros de leitura são comuns e condutas inadequadas podem ser tomadas de forma inadvertida, por isso recomenda-se que a sua utilização seja sempre orientada por um médico.
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